Salário emocional…Já ouviu falar sobre isso?
Ouvi essa expressão de um famoso publicitário brasileiro lá nos anos 90…Ele queria dizer que – mesmo dentro de um negócio estressante ( acreditem ) como a Publicidade e o dia a dia das agências, onde a nossa alto estima é testada minuto a minuto, mesmo sob muita pressão a empresa que ele dirigia oferecia o tal “salário emocional”.
Mas o que é isso e qual será a entrega ou o processo de gestão que pode levar a esse ganho que não se mede em conta bancária mas se credita na conta do bem -estar ?
Um processo que pode trazer mais alegria, entusiasmo e que pode entrar até mesmo do engajamento, do prazer e “orgulho” de pertencer.
Enfim há, sem dúvida, empresários que se preocupam com a questão. E pelas mais diversas razões – até mesmo – e com honestidade e inteligência- pensando na produtividade de seus colaboradores.
Gente feliz, engajada, trabalha melhor.
Isso é um fato.
Mas como avaliar o tal salário emocional. Aí pode estar uma chave importante para você – a para todos nós – chegarmos a um encontro
positivo com nossos objetivos, com nossas metas, com nossas possibilidades.
Vamos tentar avaliar – juntos e daqui para frente – a relação entre o salário real ( medido no contra- cheque a cada final de mês ) e o salário emocional : aquele que você pode medir imaginando, por exemplo, como é o seu domingo a tarde, que sentimentos você tem neste dia que antecede normalmente a vota ao trabalho. Ou como está mesmo o seu dia a dia, quanto o trabalho te entusiasma ou quanto ele te traz de sofrimento, angústia, raiva, mágoa, e por aí vai.
Vamos tratar juntos um mapa de possibilidades baseado em análises objetivas sobre tudo isso?
Essa é a minha ( a nossa? ) proposta. Vamos lá?!!! Ou bóra lá?!